sexta-feira, 26 de abril de 2013
Taxonomia Digital de Bloom
A Taxonomia de Bloom, ao contrário do que se podería pensar, também pode ser útil na análise da utilização das tecnologias. Como poderemos ver na imagem, ela aplica-se a muitas das ferramentas que utilizamos e para quê que as utilizamos.
sábado, 6 de abril de 2013
sexta-feira, 22 de março de 2013
Vantagens e Desvantagens
Como não podia deixar de ser, os sistemas de ensino-aprendizagem têm vantagens, mas também têm desvantagens. É nesta ótica de pensamento que Santos, Pessoa, Barreira & Póvoa (2008), referem alguns dos que podemos apontar. Estes autores referem que as ferramentas assíncronas permitem um acesso
Vantagens ferramentas assíncronas (por exemplo:
e-mail) :
- permitem o acesso quando os e-formandos quiserem;
- se o software falhar não há problema, porque mais tarde poder-se-á realizar a atividade;
- É mais viável neste tipo de ferramentas a reflexão ponderada e fundamentada, pois os e-formandos têm a possibilidade de pensarem sobre as questões e os problemas em causa;
- é mais fácil para e-formador controlar as intervenções que são realizadas;
- é obrigatório que todos os e-formandos participem
Desvantagens:
- o software pode falhar;
- como o feedback não é imediato;
- o e-formando poderá sentir-se pouco motivado.
Vantagens ferramentas síncronas,
(por exemplo: chat):
- o feedback é imediato;
- todos os e-formandos têm de participar;
- os e-formandos concentram-se no estabelecimento de uma identidad.
Desvantagens:
- condicionam o acesso e pressupõem de todos os intervenientes ao mesmo tempo;
- o software pode falhar e se isso acontecer actividade falha;
- o e-formando poderá sentir-se pouco motivado.
Pessoa, T., Barreira, C., Santos, T. & Póvoa, L. (2008). A tutoria online. Colóquio sobre Questões Curriculares. Florianópolis.
Gouveia, C. (2011). O portefólio como instrumento de avaliação e aprendizagem no contexto de cursos online: a perspectiva dos estudantes. Lisboa: Departamento de Educação e Ensino a distância. – tese de mestrado, consultado a 17 de março de 2013, em https://repositorioaberto.uab.pt/bitstream/10400.2/1997/1/O_eportefolio_como_inst_de_aval_e_aprend_no_contexto_de_cursos_online.pdf
quinta-feira, 21 de março de 2013
Tutoria Online - Modelo Gilly Salmon
Salmon é a autora de um modelo de e-moderação que é utilizado na tutoria online de contextos de b-learning. Gomes, diz-nos que este modelo é um dos mais destacados, acrescentando e referindo que “na criação e dinamização das comunidades de aprendizagem existem aspetos aos quais deve atender de modo a promover a interação e facilitar o processo de aprendizagem por parte dos seus membros.” (2011, p.41),
Este
modelo é constituído por 5 estádios, sendo que cada um é constituído por
diferentes e-formadores e e-formandos.
O
primeiro tem a ver com o acesso e a motivação. Nesta fase, o importante, é seja
fácil o acesso ao software e que os e-formandos estejam motivados. Por isso, é
fundamental que sejam dadas instruções precisas sobre como instalar o software,
saber as palavras passe necessárias e sobre a forma como se trabalha com a
ferramenta. Ainda é preciso disponibilizar os contactos existentes caso haja
alguma dificuldade por parte dos e-formandos. O e-formador deve ter a preocupar
de verificar se todos os formandos se inscreveram e têm acesso à plataforma. A
promoção da motivação dos e-formandos está relacionada, entre outros aspetos
com as ações que o e-formador faz, tais como: dar as boas vindas a todos e
propiciar um bom feedback a todos. Esta primeira fase termina quando os e-formandos
deixam as suas primeiras mensagens.
O
segundo tem a ver com a socialização online. Este estádio vai desde a
apresentação individual de cada e-formando, até à ligação que o e-formador
estabelece entre todos através das atividades propostas, (como, por exemplo:
fóruns de discussão e das mensagens). Portanto, há a criação de uma identidade
de grupo entre os elementos da comunidade de aprendizagem. O modelo de Salmon prevê
o facto de por vezes existirem e-formandos resistentes em participar. Segundo
este autor está fase termina quando os participante começam a partilhar online
um pouco deles próprios.
A
terceira fase relaciona-se com a troca de informação. Existe troca de dados
sobre o curso por todos os participantes. O e-formador deve planear e
operacionalizar as atividades que permitam que este objetivo seja cumprido e o
e-formando deve pesquisar informação e ter uma participação ativa. É necessário
uma boa estrutura de avaliação, sendo que esta deve considerar o número de vezes
que o e-formando acede à plataforma, o número de vezes que participa, e também
a análise da pertinência e da adequação do contributo de cada e-formando.
Segundo Salmon esta fase termina quando com a informação permite iniciar a
construção de conhecimentos.
A
quarta fase tem a ver com a construção do conhecimento. Fundamentalmente, nesta
fase o que acontece é uma aprendizagem interativa e construtiva. Aqui os
e-formandos têm a oportunidade de pararem, pensarem e voltarem a definir as
suas ideias. O conhecimento é construído a partir da exploração e das
discussões argumentativas. O e-formador deve promover este comportamento,
estimulando a procura de respostas e fazendo sínteses durante os debates.
A
quinta fase – desenvolvimento pessoal – é o alcance dos objetivos pessoais dos
e-formandos. É nesta fase que os formandos reflectem sobre os processos de
aprendizagem e o sistema.
Modelo
de e-moderação de G.Salmon (2000)[1]
Ao
longo do modelo o e-formador estimula o aumento da autonomia por parte dos
e-formandos em relação à construção dos conhecimentos. Através do sucessivo
acompanhamento, que se vai distanciado à medida das fases de construção e
desenvolvimento da comunidade de aprendizagem. Para além disto, às tarefas do
e-formador está subjacente a responsabilidade de ter uma presença social que
permita a criação de interações social entre os e-formandos (Gomes, 2011).
Bibliografia
Pessoa,
T., Barreira, C., Santos, T. & Póvoa, L. (2008). A tutoria online. Colóquio
sobre Questões Curriculares. Florianópolis.
Vieira,
M. (2012). Estudo das estratégias de
e-moderação do curso de violência e gestão de conflitos na escola. Lisboa:
Instituto de educação da Universidade de Lisboa – tese de mestrado, consultado
em http://repositorio.ul.pt/bitstream/10451/7160/1/ulfpie042833_tm.pdf
Gomes.
M. (2011). A comunicação em ambientes
online. O papel da supervisão pedagógica numa comunidade virtual de
aprendizagem criada na Rede Social Facebook. Coimra: Faculdade de
Psicologia e de Ciências da Educação da Universidade de Coimbra, pp.40-44 –
Tese de Mestrado, consultado a 15 de março de 2013, em https://estudogeral.sib.uc.pt/jspui/bitstream/10316/18241/1/TESE_MESTRADO_SPFP_Concei%C3%A7%C3%A3o%20Malh%C3%B3%20Gomes.pdf
http://www.atimod.com/e-tivities/5stage.shtml
- consultado a 16 de março de 2013
quarta-feira, 20 de março de 2013
Web 2.0
Actualmente estamos em constantes transformações rápidas.
A Internet e a World Wide Web (web) são um exemplo disso. Estas têm vindo a transformarem-se
ao longo do tempo de uma forma rápida. Na Internet a principal mudança foi o
facto dos seus utilizadores poderem ser produtores da informação, isto é,
podemos publicar os próprios documentos. Esta mudança do consumidor para produtor
é o que chamamos de Web 2.0. (Costa et. al, 2009).
Power point da aula de 5 de março de 2013 da
unidade curricular de Novas Tecnologias e Práticas de Formação do Mestrado
Carvalho (2008) referido por Costa et. al (2009,
p.5615) diz-nos que “a facilidade em publicar conteúdos e em comentar os “posts”
fez com que as redes sociais se desenvolvessem online, estimulando o processo
de interacção social e de aprendizagem”.
Quando apareceu este conceito?
O conceito de “Web 2.0” surgiu num brainstorming de
uma conferência entre O’Reilly e a MediaLive International. Este autor percebeu
que a Web, (Dale Dougherty ser pioneiro) era muito importante, pelas suas
aplicações e sites novos.
O’ Reilly (2007, pp.18-19) diz-nos que podemos “
visualize Web 2.0 as a set of principles and practices that tie together a
veritable solar system of sites that demonstrate some or all of those
principles, at a varying distance from that core”.
Principais diferenças entre Web 1.0 e Web 2.0
(Coutinho e Bottentuit)[1]
Segundo Coutinho e Bottentuit referidos por Costa
et.al (2009), as ferramentas da Web 2.0 podem ser classificadas em duas
categorias. Uma refere-se às aplicações que só existem na Internet e que a sua
eficácia aumenta com o número de utilizadores: Google Docs & Spreadsheets,
wikipédia, del.icio.us, Youtube, Skype, eBay, Hi5, … A outra categoria
refere-se às aplicações que podem funcionar offline, mas que têm mais vantagens
se estiverem a ser utilizadas online: Picasa Fotos, Google Maps, Mapquest,
iTunes, …
De acordo com Bergmann (2007) referido por Costa et.
Al (2009), O´Reilly explica que Web 2.0 pretende criar aplicativos que utilizem
a rede como uma plataforma. Estes aplicativos devem tornar-se cada vez melhores
de acordo com o crescente número de utilizadores. Portanto, “ Web 2.0 significa
usar a inteligência colectiva.”(p.5617).
Potencialidades
pedagógicas
A web 2.0, também tem implicações na aprendizagem,
tal como a professora Ana Amélia Carvalho nos disse, na aula de 5 de março de
Novas Tecnologias e Práticas de Formação do Mestrado em Ciências da Educação.
As ferramentas
da Web 2.0 fomentam a partilha de ideias, questões, trabalhos; são uma forma de
recebermos sugestões, críticas, apontadores. Pode ser encarada como uma forma
de facilitar a conectividade entre textos e pessoas, e os blogs são um ponto de
partida para o diálogo(Siemens, 2005, mencionado no power point da aula).
Por fim, termino com uma frase do texto de Costa et.
Al (2009) que exprime uma ideia de Carvalho (2008), “Escrever online é
estimulante para os professores e para os alunos.”
Bibliografia
O'Reilly, T. (2007). What is Web
2.0: design patterns and business models for the next generation of software. Communications
& Strategies, 65 (1), 17-37.
Costa, et.al (2009). Conhecer e utilizar a Web 2.0:
um estudo com professores do 2º, 3º ciclos e secundário. Braga: Actas do X
Congresso Internacional Galego-Português de Psicopedagogia. Consultado a 18 de
março de 2013, em http://repositorium.sdum.uminho.pt/bitstream/1822/9592/1/ConhecerWEb2.0pdf.pdf
terça-feira, 19 de março de 2013
Tecnologia na sala de aula
quarta-feira, 6 de março de 2013
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